sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Economia

A renda per capita nordestina evoluiu de US$ 397 em 1960 (41,9% da nacional) para US$ 2.689,96 em 1998 (56% da nacional).[carece de fontes?] Ainda assim, é a região brasileira com a mais baixa renda per capita e maior nível de pobreza. 50,12% da população possui uma renda familiar de meio salário mínimo e de acordo com o levantamento da UNICEF divulgado em 1999 as 150 cidades brasileiras com a maior taxa de desnutrição se encontram no Nordeste.[carece de fontes?]

Campina Grande no estado da Paraíba é um dos principais pólos industriais e tecnológicos do interior da região Nordeste.

A capacidade energética instalada é de 10 142 MW.[carece de fontes?]

Em 2003 seu PIB era de R$214 bilhões[carece de fontes?] ou 13,8% do PIB brasileiro, superando o de países como Chile, Singapura, Venezuela, Colômbia e Peru. Apesar disso, há grandes desigualdades socioeconômicas na região.

Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto da região Nordeste chegou à atingir 280.504.256 de reais em 2005.[carece de fontes?] Pelas contas da Sudene, o PIB real do Nordeste cresceu entre 1970 e 1997 a uma taxa anual de 5,3%, enquanto a taxa média do Brasil ficou em 4,5%.[carece de fontes?]

Arapiraca no estado de Alagoas, maior produtor de fumo do país.[31]
A região é vista por muitos economistas[quem?] como uma das mais promissoras do mundo ocidental,[carece de fontes?] pois tem cerca de 30% da população brasileira e grande parte de seus habitantes ainda fora do mercado consumidor. Segundo o economista José Otamar de Carvalho a renda per capita regional equivale a 60% da renda do Sudeste (40% em 1960), mas o percentual de renda apropriado pelos 10% mais ricos chega a cerca de 50%

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